
Sofia Vermelho (Coimbra, 2001) é artista visual e desenvolve a sua prática maioritariamente através da pintura como linguagem porta-voz, interessando-se primordialmente pelo feminino enquanto campo amplo de reinterpretação dos seus discursos e iconografias. Através de uma sensorialidade corpórea, o seu trabalho procura refletir sobre a gestualidade e a vitalidade do desejo a partir dos conceitos de imanência e transcendência, reunidos na pintura como corpo e centro toroidal.
É licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes do Porto e mestranda em Estudos Curatoriais no Colégio das Artes, Coimbra.
É co-fundadora da Vertigo, coletivo artístico híbrido entre arte e rave, ativo desde 2022, no qual desempenha funções de produção e curadoria, tendo desenvolvido vários projetos, entre os quais se salientam as mais recentes colaborações com os eventos ÁCIDA, através de cenografias site-specific e space design. Desenvolve ainda a sua prática pedagógica na Escola Utopia, na formação co-criada com Marco Silva, «O corpo: entre o desenho e a pintura». Expõe desde 2020, destacando-se a exposição a solo «A Rosa é sem Porquê» (2025), na Árvore Cooperativa, resultante do Prémio Artistas Cooperadores na Árvore, e a exposição coletiva «Se eu Quiser Falar com Deus» (2025), no Centro Cultural Vila Flor, Guimarães.
Destaca-se ainda o projeto de performance que desenvolve em dupla com Saeira.

Pereira Rute atualmente, reside no Porto, onde desenvolve os seus estudos, trabalho artístico e prática pedagógica. Ingressou no curso de Artes Plásticas da FBAUP em 2018, especializando-se em pintura a óleo e prossegue agora com o mestrado na mesma área e instituição. Expõe regularmente, sobretudo no norte de Portugal, destacando-se a participação na Bienal Internacional de Arte de Espinho (2023) e na III Bienal da Ardósia de Valongo (2023, Residências Artísticas e Tecnológicas GroundLab), bem como, a conquista do 1.º lugar no Prémio Joaquim Afonso Madeira (XI Bienal de Pintura de Pequeno Formato, Moita) e no Prémio Árvore das Virtudes 2024 (Árvore - Cooperativa de Atividades Artísticas, Porto). A artista investiga a relação entre o indivíduo e a sociedade, refletindo sobre a condição humana através da pintura, da impressão e do desenho.

Natacha Martins (n. 1997, Portugal) utiliza a pintura e os ambientes de pintura para explorar o carácter irracional e delirante da condição humana. O seu trabalho reflete incisivamente sobre o conceito de desejo no quadro da contemporaneidade, sobretudo no domínio corpo enquanto medida soberana perante o tecnológico. A desintegração e supressão figurativa da obra de Natacha é em resposta direta ao interesse permanente na condição humana, e na sua essência arcaica projectada Através da pintura a óleo, a obra
de Natacha dá expressão a uma investigação das formas intemporais de pathos e temas das profundezas da condição humana.
Natacha é licenciada em Artes Visuais - Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto (2019). Recebeu prémios e nomeações como o Prémio XVII D. Fernando II do Museu Municipal de Sintra, 2021 e Artista Representante de Portugal na Jeune Création Européenne Biennale D'Art Contemporain 2019-2021. Foi lhe concedido um Apoio da Fundação Calouste Gulbenkian (2020) e uma bolsa "Denkzeit" Stipendium de Kulturstiftung des Freistaates Sachsen (Saxónia, Alemanha) (2020). Desde 2019 expõe a nível nacional e internacional, integrando colecções privadas e públicas. Recentemente, Natacha expôs a solo na Galeria do Clube de Desenho, com Red Exhibiton (2024), financiada pelo Criatório da Câmara Municipal do Porto, expôs na Galeria Ocupa (Porto) com a exposição Confessionário (2021), e na ArtLab24 (Aveiro) com a exposição I Have Read And Agree With The Terms (2021).

Ânia Pais (São Miguel, 1998) artista visual, vive e trabalha entre a aldeia da Atalaia (Covilhã) e Lisboa.
Licenciada e Mestre em Pintura pela FBAUL.
Destaca as exposições Habitar o entre, Galeria Municipal Jovem, Palácio Quinta Municipal da Piedade (2023); Sempre e nunca mais, Museu de Arte Contemporânea de Elvas|Coleção A.Cachola, curadoria Ana Cachola e Tiago Candeias (2024); Em 2025 salienta Linha Ténue, Casa das Artes Bissaya Barreto, Coimbra; MANIF, Palácio da Justiça de Coimbra e Secretaria Geral do Ministério da Justiça - Lisboa; Dar a palavra, Museu Militar de Elvas e JOV’ARTE 2025, Galeria Vieira da Silva, Loures, no qual recebeu o 2ºprémio da Bienal Jovem.
Para além de Portugal, conta com exposições na Grécia, Estados Unidos, França, Roménia e Canadá - onde recebeu o prémio PRIX SIMONS na BILP- Biennale du Lin de Portneuf, Deschambault.
Salienta ainda as suas exposições individuais In Perpetuum, Cisterna, FBAUL (2023),
O que ficou, curadoria de Inês Rebeca e Mariana Baião Santos,Espaço Cultural Mercês,
Lisboa(2023), Mover a Terra, CAU (2023); Enxoval, uma performance|exposição de 4 horas,
Segundas na Z, Galeria Zé dos Bois; Shadows of the landscape com curadoria de Gabriela
Moldovan, Contemporar Gallery, Cluj - Napoca, Roménia (2025).
Em 2024 conta com a seleção para o livro PEA 2024 – Portuguese Emerging Art 2024.
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